FELIPE MACIEL
Cada vez menos silencioso, Flávio Briatore desenha seu retorno à F-1 e fala abertamente sobre este momento por ele aguardado em 2013. O carcamano, por outro lado, garante que não voltará a ocupar o cargo de chefe de equipe.
Desde que a punição do Cingapuragate foi remodelada, apostei de bate-pronto que Briatore retornaria numa função administrativa fazendo companhia a Bernie Ecclestone. Ainda hoje, esse cenário é o mais provável.
Há ainda quem diga que ele possa se tornar representante da Pirelli na F-1. Mas importante de verdade é a garantia de seu não envolvimento nas questões esportivas, afinal este sujeito nunca foi um exemplo de desportividade.

O retorno de Flavio Briatore é uma questão de tempo, mas isso não é novidade alguma. O que assusta mesmo é a surpreendente notícia publicada pelo site 422race.com. Segundo consta, Max Mosley estaria articulando um meio de recuperar a posição máxima da FIA.
O atual senador da entidade apoiou com sucesso o Jean Todt, eleito ao cargo da presidência, mas que assumiu o comando agindo de maneira amistosa e democrática com as equipes. Já que Mosley é um chato de carteirinha e adora uma confusão, ele prepararia propostas de alteração do regulamento para apresentar na reunião do dia 5 de novembro, visando minimizar o poder de Todt, dando o ponta-pé inicial na reviravolta que o devolveria à cadeira principal na próxima eleição.
A história parece um tanto fantasiosa e não seria a primeira vez que um órgão de imprensa inventaria situações extravagantes para gerar notícias infelizes. Mas como não sabemos da veracidade da questão, há motivos para se manter o pé atrás, afinal Mosley é uma ameaça à estabilidade da Fórmula 1.
Mesmo não fazendo nada, Todt já é infinitamente melhor.










