quinta-feira, 5 de abril de 2007

VocêEntuba - Aperitivo: Malásia

Webber, Ralf e Heidfeld se embolando na disputa pela 4ª posição. Que bela briga!

quarta-feira, 4 de abril de 2007

Andam dizendo por aí...

Saiba o que os cotovelos dos pilotos têm pra nos contar:
Heidfeld: "Estamos lutando pelo terceiro lugar"
“Nosso objetivo antes do início da temporada era o de conseguir terminar o campeonato na quarta posição. Ao meu ponto de vista, já estaríamos tendo sucesso nisso. Entretanto, começamos muito bem a temporada e estamos lutando pelo terceiro lugar no campeonato. Eu espero conseguir terminar o ano assim”.
A BMW simplesmente não disputa o 3º lugar com ninguém. É ela contra ela mesma.
Fisichella: "Falta downforce e aderência"
O italiano da Renault colocou a boca no trombone e disse tudo de vez. Defendeu o Kovalainen e disparou contra o R27.
"Eu não julgo o que Briatore disse porque ele é o chefe e tem uma visão melhor da corrida (de Kovalainen) do que a minha. Com certeza ele deve ter suas razões para dizer tudo aquilo". E ainda completou: "Mas eu tenho de dizer que foi uma corrida dura, tivemos dificuldade ao guiar o carro, era fácil cometer erros."
Também destacou que "foi a primeira corrida de Heikki", que é um "bom piloto, mas não tem experiência".
Pra finalizar, falou o que o contrato não permite: "Sendo realista, acho que será bem difícil para vencermos neste ano. Falta downforce e aderência para nós".
Schumacher: "Eu sempre quis nadar com baleias"
Michael Schumacher esteve nas Ilhas Canárias para realizar um sonho exótico:
"Eu sempre quis nadar com baleias, mas nunca tinha conseguido. Estava sempre nos lugares certos, mas na hora errada".
Cada doido com a sua maluquice.
Albers: "Isso não é justo"
O holandês se pronunciou sobre a guerra entre Spyker contra Aguri e Toro Rosso:
“Eles não estavam em lugar nenhum e, de repente, Sato era o décimo. O carro não foi projetado, pois é uma cópia da Honda. Naturalmente, isso não é justo”.
Chora não, hein.

O Zonta também

A Stock Car se prepara para receber mais um ilustre competidor brasileiro com passagem pela Fórmula 1. Estamos falando do paranaense Ricardo Zonta, atual piloto de testes da Renault.
Se dá pra conciliar? Ele responde: "Não há conflito algum de datas e esta é uma oportunidade bastante favorável para mim e interessante para a Renault, porque estarei na ativa".
No comunicado distribuído pela L&M Racing, equipe pela qual disputará o campeonato, o piloto afirmou: "Como mudou o regulamento para testes na F-1, com a redução para apenas um carro por sessão, terei menos dias no calendário para treinar com a equipe. E isso me deixa mais à vontade para competir".
Zonta teve uma passagem discreta pela Fórmula 1: começou na BAR, onde sofreu com o favorecimento do companheiro de equipe Jacques Villeneuve, testou para Jordan e Toyota antes de ser contratado pela Renault, graças à sua experiência e seu conhecimento sobre os pneus Bridgestone.
Agora eu lanço a pergunta: Será que Rubinho e Massa vão seguir esse caminho também?

Em busca de pistas, o blogueiro que vos fala resolveu pesquisar. No site oficial de Felipe Massa, descobri o achado reproduzido abaixo (com as devida correções ortográficas):

De: Morais Felipe

Pergunta: Olá, Felipe, me chamo Felipe também. Sou de Brasília e tenho 15 anos. Gostaria de saber se você já guiou algum carro de Stock Car e se você tem alguma pretenção de algum dia correr nessa categoria.

Resposta: Não, Felipe, nunca guiei um carro da Stock Car. Mas gosto bastante da categoria, acompanho tudo o que acontece nela pela Internet e tenho grandes amigos correndo na categoria, como o Popó Bueno. Quando dá, ainda vou ao autódromo ver tudo de perto. Tenho curiosidade em andar num Stock, sim. Quanto a correr nela, quem sabe não seja possível daqui a alguns (muitos, espero) anos, depois que eu deixar a Fórmula 1?

No site do Rubinho não tem esse negócio de fazer perguntas. Ou ninguém pensou nisso ou o webmaster se recusou a digitar as bobagens que o Barrichello acabaria dizendo. De fato, ele até já fez um teste na categoria mas não foi lá grande coisa.

Bem, para encerrar, boa sorte ao Zonta nessa nova empreitada. Se será sua última temporada na F-1, não se sabe, mas agora tem mesmo é que apostar suas fichas na maior categoria automobilística nacional. Que dê certo aqui tudo que deu errado lá. Amém.

terça-feira, 3 de abril de 2007

VocêEntuba - Senna e Schumacher

É... Os tempos mudaram.

Buggy Way à venda

Antes de tudo, gostaria de esclarecer que, embora eu seja um demente usando o Photoshop, optei por editar algumas fotos para ocultar as placas. É bom não vacilar que esse mundo tá o caos.
Agora sim, vamos ao que interessa. Podem chamá-lo de BRM Buggy Way ou, simplesmente, de Bugre.

Quem está no cockpit é o proprietário do carro e, por acaso, o meu pai. É com ele que você deve conversar caso esteja interessado em possuir o factóide. Quer saber o preço? Chuta um valor que no fim do post eu revelo.

Saiu da fábrica assim. Não tem aquelas frescuras de tuning nem nada disso. É bonito de nascença mesmo.

Por dentro é um bugre normal, com motorzão de Fusca e tudo mais. Por fora... bem, às vezes eu penso que posso bater no peito e dizer: "Eu tenho o bugre mais bonito do Brasil! Eu! Eu mesmo, eu!".

Sair com ele na rua é estranho, todo mundo fica olhando. Algumas pessoas ficam meio paralizadas, outras fazem comentários (seja em voz alta ou em voz baixa), outras chamam algum despercebido para não perder a oportunidade de ver... Enfim, há diversas reações do povo na rua.

Quem olha mais? Os homens. Mas em compensação, quando uma mulher resolve olhar pra ele, ela se surpreende muito mais. Até senhoras de idade já vieram perguntar, comentar, elogiar, dizer que era o carro mais bonito que já tinha visto... essas coisas raras que só acontecem com o Buggy.

A foto abaixo foi tirada na casa de praia que a gente alugava ano passado. Acredita que eu tirei foto na casa mas não tirei na praia? Lá na areia é que ele fica lindo pra valer, visto de longe com o sol refletindo na lataria... Vocês tinham que ver. Desculpa, essa eu vou ficar devendo.

Ano 2005, motor 1600 cilindradas, movido à gasolina, 5500 km rodados. É pouco mesmo mas, afinal, é carro de praia, né. Não que a gente não ande com ele na cidade. Claro que andamos, mas vocês notaram o Civic em alguma dessas imagens por aí, não?

Chegou o momento de revelar a verdade, então lá vai: compramos por 30 e pensamos em vender por 20. Pronto, falei rápido, nem deu pra sentir, deu? Para um bugre, pesa um pouco no bolso mas não é apenas um bugre, é um BRM Buggy Way. Ainda é meu, quer comprar?

segunda-feira, 2 de abril de 2007

O caso Brid

Vamos nos aproximando da segunda etapa do campeonato e a questão dos pneus vai chegando ao fim.
Tudo começou quando o regulamento deixou de admitir o duelo entre as fabricantes. Com a saída da Michelin, a FIA se sentiu na obrigação de inventar uma graça. Surgiu então a idéia de que fossem produzidas quatro especificações de pneus, dentre as quais apenas duas seriam levadas para a corrida, sendo que todos os pilotos teriam a obrigação de utilizar ambas.
Era de interesse da instituição deixar evidente a diferenciação entre esses compostos, uma vez que a divulgação de tais informações se tornaria um fator atrativo para o público.

A confusão teve início pela forma em que seria distinguido o composto mais duro do mais mole. Uma marca branca com 3 cm de diâmetro, de fácil visibilidade se dispormos de um microscópio eletrônico, foi pintada no pneu mole. Na verdade, dizem que foi pintada... Quem garante?

Como não obtiveram êxito na tentativa, providenciaram a mudança para esta semana: ao que tudo indica, o pneu mais mole terá uma tira branca em sua segunda ranhura, contando da parte de dentro para a de fora (embora a imagem abaixo não reproduza a marquinha exatamente dessa forma). Espera-se que seja uma decisão definitiva para o restante da temporada.

“Acreditamos que podemos ficar com esta idéia. Se todos acreditarem que é uma boa solução, deveremos utilizar esta idéia para nosso sistema no resto do campeonato”, garantiu o porta-voz da Bridgestone.

domingo, 1 de abril de 2007

Histórias do Galvão (3)

A história de hoje é um pouco diferente das outras: de surpreendente, apenas o desfecho, que eu esperava ouvir de muita gente, menos do Galvão. Mas foi o que ele disse.
Uma lição de vida
A vida é um aprendizado constante e, durante todos esses anos de profissão, tenho aprendido muitas coisas na vida: algumas, sozinho, e tantas outras, com conselhos de grandes amigos que já passaram ou continuam traçando comigo a vida profissional.
Dentre todas as lições que aprendi, tem uma que, para mim, é muito especial. Ela me foi passada por um dos grandes nomes do jornalismo brasileiro, Armando Nogueira, “o poeta do esporte”, como costuma ser conhecido.
Em 1989, eu transmitia um jogo da Copa América entre o Brasil e o Paraguai no estádio do Arruda, de Recife. A certa altura do jogo saiu um gol do Brasil para a direita, a iluminação não estava perfeita, eu me enganei e pisei na bola. Errei o nome do autor do gol.
Quando percebi, comecei a dizer: ‘Mas, espera aí, vinha fulano pela direita, beltrano pela esquerda…'. Tudo para querer arranjar uma desculpa para o meu erro. E, na transmissão, deixei por isso mesmo.
Na segunda-feira, Armando Nogueira, o meu chefe, diretor da Central Globo de Jornalismo, me chamou e, com muito carinho, disse assim:
— Você fez uma bela transmissão, mas perdeu a chance de ser ainda mais simpático com o seu público, com o seu telespectador, e conquistar mais gente para o seu lado. Nada é mais bonito do que ter a humildade de reconhecer o erro.
E seria bonito se as pessoas públicas que dizem ou fazem bobagens viessem a público e admitissem: ‘Pessoal, eu me equivoquei’.
Essa lição eu nunca mais esqueci.

VocêEntuba - Como uma fênix

Sim, o possante ressurgiu das cinzas.