segunda-feira, 13 de julho de 2009

Fica-não-fica

Nelsinho e Bourdais estão na mira, segundo informações nebulosas que circulam na imprensa.
O caso do brasileiro parece ser menos grave. Tanto ele quanto Nelsão pareciam tranquilos no fim de semana em Nurburgring, de acordo com jornalistas que estiveram lá. Piquet Jr. garante que "está tudo bem" e que a equipe irá lhe disponibilizar um carro atualizado na Hungria.
Durante os dias do GP da Alemanha, deu declarações reclamando da própria escuderia, alegando que a Renault não cumpria suas promessas e jamais lhe entregava as novidades a tempo, por isso convivia com um bólido do passado, enquanto Alonso estava sempre um passo à frente.
Os comentários poderiam deixar transparecer um certa indignação com o risco de demissão, mas em se tratando de Nelsinho, essas críticas eram normais e frequentes. O boato começa a se descontruir.
Já o piloto da Toro Rosso não tem a mesma traquilidade. Perguntado pela enésima vez a respeito dos suposto afastamento, perdeu a paciência com o repórter da emissora TF1: "Parem de me fazer falar sobre isso, fui claro?! Estou sob contrato! Estarei na Hungria".
Contradizendo o francês, a grande revista Autosport garante que seu tempo na F-1 está contado. Jaime Alguersuari está prestes a faturar o cockpit, é um jeito de a equipe fazê-lo ganhar experiência para que possua bagagem no início da 2010, quando possivelmente disputará a temporada completa. Seria também um jeito de arrecadar uma graninha, com o patrocínio da Repsol trazido pelo piloto espanhol.
Se isso for boato, como foi que tiveram a criatividade de ir tão longe para sacar o nome nada óbvio de Jaime e lançá-lo nos jornais? E por que o engenheiro da Toro se emocionou ao abraçar Bourdais após o abandono no GP da Alemanha?
Os indícios conspiram contra o tetracampeão da ChampCar. O que é uma pena, porque bom piloto ele é. Mas tem casos que, de alguma forma, não vingam na Fórmula 1. Ficamos à espera de algum comunicado oficial - sobretudo nas próximas 48h -, caso os rumores sejam verdadeiros. Do contrário, veremos sua pessoa na Hungria dentro de duas semanas.

domingo, 12 de julho de 2009

Barrichello se desgasta

Agora Rubinho passou do ponto. Não é a primeira vez que ele se revolta com a equipe e esquece a bendita diplomacia para desabafar o resultado aquém do esperado. Mas as palavras ditas provocaram reação até em outros boxes.
O patrão da Williams não pôde engolir aquilo e revelou o que aconteceria se um de seus pilotos tivesse tanta ousadia: "é ofensa pra cartão vermelho".
Segundo Rubens, a Brawn deu um "show de como perder uma corrida, hoje".
Para alguém que passou da primeira curva na liderança, muita coisa saiu errado para naufragar até a sexta posição. Ele tinha todo o direito de reclamar do pit stop, onde teria perdido os tais 0.6s e retornado atrás do Massa, e sobretudo da segunda parada, no episódio do reabastecimento. Mas dizer que a equipe deu um "show de como perder uma corrida" é inegavelmente um desrespeito sem tamanho.
O ato de culpar terceiros sem piedade é um dos maiores defeitos de Rubens. No ano passado, quando Massa sofreu com a lambança histórica da mangueira em Cingapura, cruzou a linha em 13º e deu um abraço no mecânico-chefe que estava aos prantos nos boxes. Manter a cabeça no lugar depois de um derrota não é fácil, mas é o correto a ser feito.
Se você quer ser campeão, é preferível ter a equipe ao seu lado, ao invés de soltar os bichos para cima dela. Isso obriga o chefe a defender seu time e atacar o piloto:
"Rubens teve o 11º tempo na corrida hoje. Não se vence uma corrida, seja lá a estratégia que tiver, se sua melhor volta é só a 11ª. Isso não é possível. São estes os fatos", disse Brawn.
O temor e a rejeição à função de segundo piloto tomou conta da cabeça de Rubens neste ano.
"Agora existe uma angústia de ter acabado uma prova em sexto lugar sendo que eu poderia ter tido três pontos a mais. Eu gostaria de ter justiça. Justiça é a maior e melhor palavra. Mas é do meu intuito pensar que foram problemas de pit stop, e não uma inversão. Não é covardia nem nada, é apenas uma forma melhor de pensar".
Considerando a reação da Red Bull, agora com seus pilotos em segundo e em terceiro no campeonato, a definição do Button como o privilegiado da Brawn se torna cada vez mais compreensível. Mas parece que dessa vez Rubens não irá aceitar, está disposto a comprar guerra na equipe para evitar a condição de segundo do inglês.
A Fórmula 1 está se tornando muito desgastante para Barrichello. Ele sabe disso:
"Já passei muito por isso no passado e não gostaria de passar por isso novamente. A F-1 é minha vida, eu tenho muita vontade de correr, então não tenho nenhuma vontade de falar em jogar tudo para o alto e parar de correr esse ano. No ano que vem, talvez".

Webber alcança a sonhada vitória

Vitória de lavar a alma de Mark Webber. Com berros, choro e muita comemoração, o australiano se emocionou e emocionou a equipe com o triunfo mais tardio da história da Fórmula 1.
Para chegar em primeiro, o piloto ainda teve de pagar um drive through em virtude do toque na largada, quando perdeu o controle por algum instante e se chocou contra a lateral do carro de Barrichello, sem provocar danos relevantes, felizmente.
Quando as luzes vermelhas se apagaram, Hamilton abusou do KERS e tinha chances de disputar a primeira posição na curva 1, mas espalhou, foi pra sujeira, furou o pneu e complicou toda a sua corrida.
Rubinho manteve o segundo posto até Webber pagar o penalty, o que aparentava definir a prova a favor do brasileiro. Mas a Brawn vinha para três paradas, estratégia previamente definida na tentativa de reverter o favoritismo da Red Bull. Além de não dar certo, jogou a vitória pela janela.
Barrichello voltou do primeiro pit atrás do Massa e viu seus adversários se aproximarem. Mark encostou o bastante, tendo Button na cola. Para complicar ainda mais, a Brawn falhou no reabastecimento da segunda parada, uma perda de tempo irreparável. No terceiro pit, Rubens perdeu a posição para Button por ter parado depois. A dupla precisou segurar a pressão de Fernando Alonso no final, que vinha num ritmo forte, o que lhe permitiu fechar o dia com a volta mais rápida.
Kovalainen fez o favor de garantir o único pontinho da McLaren na casa da Mercedes. O lugar dos bobos ficou com o alemão Timo Glock, que até merecia marcar o seu, considerando que veio de último. Já Jarno Trulli largou em 14º e discretamente encerrou em 17º.
Na frente, Sebastian Vettel completou a dobradinha da Red Bull, à frente de Felipe Massa, que batalhou duramente ao longo de toda a corrida pela posição dignamente conquistada.
Quem também emplacou um ritmo alucinante neste domingo foi Nico Rosberg. Saindo de 15º, o alemão cruzou a linha em quarto, à frente do líder da temporada.
Destaque para Giancarlo Fisichella, 11º, que ultrapassou Heidfeld e Alonso no começo do GP, quando estava leve. Mas a grande esperança da Force India foi frustrada na saída de boxes, onde Sutil encontrou Raikkonen, como costuma acontecer nas raras oportunidades que o alemão tem de pontuar. Dessa vez, foi culpa do piloto da FI. Kimi abandonou com problemas mecânicos e Adrian ficou em 15º.
Piquet decepcionou na largada, não pôde se recuperar, terminou mais uma corrida no zero e vive essa ameaça de demissão, que não se sabe ao certo se é verdade ou boato. Já Sebastien Bourdais infelizmente diz adeus à F-1. O abraço no Giorgio Ascanelli e o choro do engenheiro disseram tudo.
Não choveu, mas a corrida foi bastante movimentada. Ao contrário do que se espera da próxima, na Hungria, onde deve fazer calor e a Brawn possivelmente terá a chance de responder à Red Bull. Do contrário, o título estará definitivamente ameaçado. 21 pontos separam Button de Vettel. Entre os construtores, as respectivas equipes tem 19,5 de diferença.
GP da Alemanha:
1º. Mark Webber (AUS/Red Bull), 1h36min43s310
2º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), a 9s252
3º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 15s906
4º. Nico Rosberg (ALE/Williams), a 21s099
5º. Jenson Button (ING/Brawn), a 23s609
6º. Rubens Barrichello (BRA/Brawn), a 24s468
7º. Fernando Alonso (ESP/Renault), a 24s888
8º. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), a 58s692
9º. Timo Glock (ALE/Toyota), a 1min01s457
10º. Nick Heidfeld (ALE/BMW), a 1min01s925
11º. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), a 1min02s327
12º. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), a 1min02s876
13º. Nelsinho Piquet (BRA/Renault), a 1min08s328
14º. Robert Kubica (POL/BMW), a 1min09s555
15º. Adrian Sutil (ALE/Force India), a 1min11s941
16º. Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), a 1min30s225
17º. Jarno Trulli (ITA/Toyota), a 1min30s970
18º. Lewis Hamilton (ING/McLaren), a 1 volta
Abandonos:
Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 35 voltas completadas
Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 19 completadas

sábado, 11 de julho de 2009

Timo cai pra último

Timo Glock corre em casa neste fim de semana. O alemão abriu um concurso infantil e modificou a pintura do capacete ao premiar Tom Luca Hoffmen, no auge de seus 6 anos de sucesso como designer de piloto de Fórmula 1, graças ao simpático desenho vencedor da competição.
Mas o fim de semana do piloto da Toyota começou mal, já que 19º foi o melhor que pôde fazer no treino oficial.
Para piorar, ainda foi punido, caindo para último lugar.
Glock vinha no terceiro setor, quando errou na chicane em busca de uma volta rápida. Enquanto Timo lutava duramente por um tempo que o levasse ao Q2, Alonso estava mais do que garantido na segunda fase, era segundo colocado naquele momento, e pegou o alemão lento na curva da vitória.
Assim que chegou à reta dos boxes, quando o anfitrião iniciou nova volta em meio ao seu desespero, o asturiano acenava com o braço mais esticado possível, como se tivesse perdido uma pole position em decisão de título mundial.
Durante a transmissão, parecia um acontecimento absolutamente normal. Mas o Glock acabou facilitando a punição, diante dos comissários rigorosos por natureza, ao comentar o fato: "Eu só cometi um erro na volta e só estava perguntando ao time se deveria continuar na pista ou entrar para trocar os pneus. Eles me disseram para permanecer. Eu acelerei, e lá estava o Alonso no retrovisor. Eu simplesmente não o tinha visto".
O Glock é meio fraquinho para se defender... E então os comissários consideraram o caso "potencialmente perigoso", aplicando-lhe um penalty de três posições no grid.
O piloto admitiu chances de largar dos boxes no domingo.
Ele parece o típico piloto que vê tudo sair errado quando corre em casa. Uma espécie de Jacques Villeneuve da Alemanha. No ano passado, sofreu um pancão exemplar em Hockenheim, que por sinal mudou a história da corrida. Vamos ver se Timo consegue virar o jogo amanhã. Ao menos bom de chuva já provou que é.

A primeira pole de Mark Webber

Um treino pra ninguém botar defeito. Pista seca, pista molhada, pista seca, pista molhada...
A super pole foi uma espetáculo à parte. Button, Barrichello, Vettel, Webber e Hamilton disputaram a posição de honra, que acabou ficando, pela primeira vez, com o australiano da Red Bull. Webber cravou 1:32.230, conseguindo enfim sair à frente do companheiro de equipe nesta temporada.
Rubens Barrichello desbancou Jenson Button se posicionando em segundo. Sebastian Vettel faz companhia ao rival na segunda fila.
As McLarens ocupam o 5º e o 6º lugares, sendo que 1.3s separam Lewis de Kovalainen. A equipe britânica mostra concisos sinais de recuperação. A dupla da Ferrari, por sua vez, fez 8º e 9º com Massa e Raikkonen, nesta ordem. Em 7º, larga o surpreendente Adrian Sutil, que se beneficiou da chuva no Q2 e fez um excelente trabalho no Q3. Resta saber como estão os níveis de combustível para entender esse posicionamento.
Nelsinho Piquet, sob intensas ameaças de deixar a equipe, finalmente desencantou. Não apenas se classificou para a super pole, fato que não acontecia desde o ano passado, como também superou Fernando Alonso no treino classificatório após 27 sessões disputadas desde sua estreia na Renault. Piquet larga em 10º, mas precisa pontuar amanhã para tentar se salvar.
A segunda parte do qualifying foi ditada pelo jogo da chuva. Todos saíram dos boxes com pista seca sabendo que aquelas condições eram só uma questão de tempo. No meio da volta de aquecimento, já havia água o bastante para fazer Nakajima rodar. Felipe Massa, logo em seguida, sofreu uma escapada perigosa, mas foi esperto para achar um caminho entre a grama e a brita que lhe permitisse retornar.
Quando o asfalto terminava de secar, Rubens Barrichello já arriscava com os compostos slicks, baixando segundos em relação aos tempos anteriormente marcados. Os demais trataram de seguir o brasileiro, a exemplo de Felipe Massa, que ainda teve de corrigir os mecânicos que inventaram de colocar pneus duros na dianteira.
Nos instantes finais do Q2, Alonso lutava por uma vaga quando as gotas de chuva retornaram. O espanhol errou a freada da chicane e girou, mas controlou de maneira exemplar, evitando que o carro atolasse na caixa de brita. De qualquer forma, estava fora da super pole.
Heidfeld, Alonso, Nakajima, Trulli e Rosberg ficaram retidos na fase 2.
Kubica, Buemi, Fisichella, Glock e Bourdais tiveram de deixar o treino logo na parte inicial. O alemão da Toyota estranhamente não achava tempo, por isso fracassou já de saída. Menos surpreendente é ver o francês da STR em último, o que já se tornou rotina. Numa situação análoga à do Piquet, Bourdais já teria um substituto à espera: Jaime Alguersuari.
Sob chuva, a equipe Red Bull sempre se destacou, assim como os pilotos Webber e Vettel. Barrichello não deixa por menos, mas Button o superou na China, onde também choveu. Lewis Hamilton, por sua vez, tem uma coleção de vitórias em piso molhado.
Mas quem realmente precisa brilhar e, em hipótese alguma bater, é Nelsinho Piquet. Mas este ainda não se mostrou um ás debaixo d'água.
A corrida amanhã promete ser uma das melhores da temporada. Às 9h da manhã, será dada a largada em Nurburgring, agora sim chamada de GP da Alemanha.
Grid de largada:
1. Mark Webber (AUS/Red Bull), 1min32s230 ( 22 voltas )
2. Rubens Barrichello (BRA/Brawn), 1min32s357 ( 22 )
3. Jenson Button (ING/Brawn), 1min32s473 ( 23 )
4. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), 1min32s480 ( 20 )
5. Lewis Hamilton (ING/McLaren), 1min32s616 ( 19 )
6. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren), 1min33s859 ( 21 )
7. Adrian Sutil (ALE/Force India), 1min34s316 ( 20 )
8. Felipe Massa (BRA/Ferrari), 1min34s574 ( 22 )
9. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), 1min34s710 ( 23 )
10. Nelsinho Piquet (BRA/Renault), 1min34s803 ( 24 )
11. Nick Heidfeld (ALE/BMW), 1min42s310 ( 14 )
12. Fernando Alonso (ESP/Renault), 1min42s318 ( 15 )
13. Kazuki Nakajima (JAP/Williams), 1min42s500 ( 17 )
14. Jarno Trulli (ITA/Toyota), 1min42s771 ( 17 )
15. Nico Rosberg (ALE/Williams), 1min42s859 ( 14 )
16. Robert Kubica (POL/BMW), 1min32s190 ( 10 )
17. Sébastien Buemi (SUI/Toro Rosso), 1min32s251 ( 11 )
18. Giancarlo Fisichella (ITA/Force India), 1min32s402 ( 11 )
19. Sébastien Bourdais (FRA/Toro Rosso), 1min33s559 ( 11 )
20. Timo Glock (ALE/Toyota), 1min32s423 ( 11 ) [punição]
Pesos dos carros em ordem crescente:
Jenson Button 644,0 kg
Rubens Barrichello 647,0
Lewis Hamilton 654,5
Mark Webber 661,0
Sebastian Vettel 661,0
Timo Glock 662,3
Giancarlo Fisichella 662,5
Heikki Kovalainen 664,0
Fernando Alonso 668,2
Robert Kubica 673,5
Felipe Massa 673,5
Kimi Raikkonen 674,0
Sébastien Buemi 674,5
Nelsinho Piquet 676,0
Adrian Sutil 678,5
Nick Heidfeld 681,0
Kazuki Nakajima 683,6
Jarno Trulli 683,7
Sébastien Bourdais 689,5
Nico Rosberg 689,6

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ari Vatanen presidente

Este homem tem grandes chances de ser tornar o próximo presidente da FIA: Ari Vantanen. Dotado de uma bagagem bastante representativa no automobilismo, o finlandês conquistou títulos do Mundial de Rally e do Dacar antes de figurar como representante de seu país no parlamento europeu.
"A minha candidatura se assenta em dois pilares: reconciliação e unificação", foram algumas de suas primeiras palavras após lançar oficialmente sua candidatura.
Segundo o próprio, já possui apoio de associações importantes, o que é um bom começo para a obtenção de votos: "Respondendo a pedidos de muitos clubes membros da FIA, devo concorrer nas eleições presidenciais".
"Chegou a hora de uma mudança. Meu foco principal é reconciliar visões da FIA e trazer transparência para seus interessados. A tarefa do presidente é defender bilhões de automobilistas e nosso grande esporte".
Sobre a atual polêmica entre FIA e Fota, o candidato foi inteligentemente político ao comentar: "Não vou atirar pedras a Max, sempre tive boa relação com ele e não me cabe dizer se tem ou não razão".
Ninguém tem do que reclamar a respeito de Vatanen. Sua imagem e seu currículo agradam com facilidade.
Nick Craw e Michel Boeri são nomes possíveis, embora não tenham anunciado nada oficialmente. Provavelmente, um desses três sentará na cadeira mais importante da FIA nos próximos anos. Desde que o Mosley não concorra novamente, claro. Por mais desgastada que seja sua imagem para quem vê de fora, o inglês despontaria como favorito em função do apoio dos diversos clubes pequenos. Mas, a julgar pelos grandes clubes, Ari Vatanen representaria a tão desejável renovação dentro da entidade.

Rádio OnBoard - Edição Pré-Alemanha

Com alguns dias de atraso, está no ar a edição número 47 da Radio OnBoard!
É chegado o dia em que a Rádio OnBoard se encerra com uma música diferente da de Bizet.
Quem participa comigo desta edição é o grande Groo, comentando a seguinte pauta:
*Denúncias contra a FIA
*O casco do concurso de Heidfeld
*O moonwalker do Rubinho
*Ferrari já pensa no próximo ano
*Brawn sob a ótica 2010
*Nurburgring, Hockenheim
Como domingo tem corrida, também tem Pré Race ao vivo, o programa que entra no ar uma hora antes da largada. Às 8h da manhã do dia 12, estaremos falando deste link, contando com a participação dos ouvintes no chat.
Assine o feed da ROB aqui. E até a próxima!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Querer é poder?

Meu amigo Ron Groo, com seus olhos de águia, descobriu qual o livro que o Rubinho anda lendo, através de uma foto do Twitter.
"Eu quero, eu consigo"? Pra que isso, Rubens?
Ah, deve ser pra dançar o moonwalker...