FELIPE MACIEL
Está chegando a hora da FIA definir quem vai suceder a Bridgestone no fornecimento de pneus da F-1.
Para quem vê de fora, a Michelin é franca favorita por sua vasta na experiência na categoria e o curto intervalo de tempo desde o ano em que se retirou.

A marca francesa praticamente expulsa da Fórmula 1 pela FIA só voltará se a entidade atender suas notáveis exigências. Ela deseja concorrência e também busca ampliar o diâmetro das rodas de 13 para 18 polegadas, o que provocará certos custos de adaptação por parte das equipes na manufatura do carro, seja em elementos mecânicos, seja em aerodinâmicos.
Esta candidata registrou nada menos que 102 vitórias, 111 poles, fez 108 voltas mais rápidas e somou 3308,5 pontos nos seus 215 GPs, que ocorreram entre os anos de 77 a 84, e mais recentemente entre 2001 e 2006.
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Aparentemente, as sugestões da Michelin abriram os olhos de outras marcas, como por exemplo a Pirelli, que apoia a proposta de aumentar o diâmetro do aro e também pretende contar com a ajuda da Fota nos custos do fornecimento da borracha.
A fabricante italiana ostenta 43 vitórias, 46 poles, 50 voltas mais rápidas e um total de 238,5 pontos nos 200 GPs, conquistados entre 81 a 91 com exceção das temporadas de 87 e 88.

Já a americana Cooper Avon é a queridinha do tio Bernie, que não parece nem um pouco empolgado com possibilidade de uma nova guerra de pneus.
Ela está um tempinho longe da F-1: Participou nos anos 54, 56, 57, 59, 81 e 82, totalizando 8 pontos em 29 GPs.
Caso não pinte uma surpresa, ao menos um desses 3 nomes fechará o negócio. Seja lá qual for a decisão, espera-se que seja tomada e divulgada em menos de um mês. Mais precisamente no fim de semana do GP da Espanha. De 9 de maio não passa. É o que prometem...










