Briatore e Symonds enviaram carta aos dirigentes da categoria alegando inocência no episódio de Cingapura. Isso deve ser o máximo que se pode obter deles antes da reunião em Paris, já que se comprometeram a falar sobre o assunto apenas após o dia D, marcado para 21 de setembro.
A Renault anda bastante assustada com o caso, e não era pra menos. Se as provas reunidas não fossem contundentes, não haveria motivo para a FIA convocar o Conselho Mundial. A defesa terá de ser muito eficiente para explicar o que quer que tenha sido coletado durante as silenciosas investigações.
Paralelo a isso, a equipe não pode deixar a peteca cair dentro da pista. O time francês tratou de providenciar o ressurgimento do seu KERS, que havia sido utilizado pela última vez em Barcelona.
Pat Symonds comentou que o dispositivo pode conferir uma vantagem de mais de 15 metros na largada, onde os carros equipados tendem a fazer bom proveito do longo trecho de reta até a primeira curva.
Como Monza é pé embaixo, o sistema favorece a performance significativamente. Segundo ele, a vantagem estimada é de 0.25s por volta. No qualifying, os pilotos devem acionar o booster antes de abrir volta lançada e novamente durante a flying lap.
Se o time francês deposita esperanças no KERS, os tifosi também têm motivos para se animar, já que a Ferrari, com seu inseparável dispositivo, vem de vitória numa fase crescente no campeonato.
Na certa, Kimi entrará focado em obter sua primeira vitória em solo italiano. E esse é justamente o fim de semana em que os conterrâneos do Alonso gritaram que ocorreria o tal anúncio oficial da retirada do finlandês para o ingresso do espanhol na Ferrari em 2010. Que eu só acredito vendo.










