Deve ser bem mais agradável trabalhar com Mallya que com Flavio Briatore. Guiar uma Force India em ascenção também não é mau negócio, até porque a falta de resultados seria quase aceitável caso o carro deixe a desejar novamente, enquanto a exigente campeã Renault fabrica uma bomba com cara de canhão que tem a mesma mobilidade de um tanque de guerra, e ainda demanda manobra suicida para se chegar à vitória.
Nada melhor para Nelsinho do que tentar mudar sua imagem o quanto antes. Deixar a F-1 e retornar anos depois manterá viva a cena da batida a todo momento que alguém citar seu nome. Mas a julgar pela situação atual, essa é a opção mais próxima da realidade.
Os planos do piloto estão mais voltados para os EUA, onde sua figura está imune a qualquer polêmica deste distante mundo da Fórmula 1. A única coisa (aparentemente) certa agora é que Nelsinho não vai ficar parado. Sua declaração deixa claro que as chances mais altas se voltam para alguma divisão da Nascar, mas a porta da F-1 ainda está entreaberta.
"Estou falando com eles [Force India], mas obviamente isso [Nascar] está sendo muito interessante pra mim, então eu não sei, ainda estou decidindo o que fazer. Talvez eu possa passar mais um ano na Europa. Está tudo no ar".









