segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fernando Alonso de volta às vitórias

A Ferrari não anda lá aquela coisa toda. Mas, em Silverstone fez o suficiente para dar um carro nas mãos de um gênio capaz de correr e andar além do limite de sua equipe. Quatro, cinco corridas atrás, lá estavam os ferraristas, chorando por estarem tão longes e tão fora da briga pela vitória. A Red Bull dominava e quem mais se aproximava de desbanca-los era a McLaren.

No entanto, a Ferrari soube fazer um trabalho no mínimo competente neste domingo. Foi precisa nos boxes, deu um carro que não seria capaz de vencer sozinho é verdade, mas que fez um casamento perfeito com o bicampeão espanhol. Alonso é daqueles que jamais jogam a toalha, por mais difícil que as condições estejam.

Se Lewis Hamilton demonstra toda a ousadia e confiança que possui dentro das pistas, Alonso costuma pratica-las de uma outra maneira, acreditando que uma hora ou outra trabalhando perfeitamente e no limite as coisas ocorrerão da melhor maneira possível.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="A vitória da Ferrari em Silverstone revela o quanto a equipe evoluiu e o ótimo trabalho de Fernando Alonso"][/caption]

Claro que compara-lo com Felipe Massa talvez seja até covardia, já que o brasileiro não vem demonstrando nem de longe o mesmo desempenho que o de seu companheiro. Massa fecha o fim de semana sempre com uma desculpa ou senão com uma falta de sorte que não cabe dentro de si. Foi assim em Mônaco, por exemplo. Felipe não anda ganhando uma e podem acreditar, esse fato influência muito a performance empolgante e competente de Alonso e digo o porquê.

O espanhol realmente só se destacou pelo talento que possui quando era tratado como a estrela dentro da equipe. Prova disso foi que em 2007, quando dividiu as atenções da McLaren com Lewis Hamilton, ele, assim como seu companheiro, se perdeu e deixou um possível título escapar com tamanha facilidade. Hoje na Ferrari com as atenções voltadas para si, Alonso trabalha com motivação extra de estar a frente de sua equipe. Mas não se engane em pensar que essa preferência não tenha sido conquistada por méritos do espanhol. Os números estão aí para provar o que falo.

Seria até mesmo difícil de imaginar alguma chance de alguém, incluindo Fernando Alonso, de bater a superioridade de Sebastian Vettel nessa temporada. Mas, o que anima nisso tudo, com a evolução da Ferrari e o bom trabalho que a McLaren tem demonstrado também, é que podemos ter uma segunda parte do campeonato bem mais disputada e acirrada do que foi até aqui.

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domingo, 10 de julho de 2011

O peso político de uma vitória



[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Após um jejum que durava 10 corridas, a Ferrari volta a vencer com Alonso"][/caption]

Primeiro Ato – Projetista genial desenha carro infalível e dá o pulo do gato, descobrindo um modo de otimizar os gases que saem do escapamento de modo a gerar mais downforce nas curvas. A nova invenção é levada à FIA antes do início da temporada e recebe ok para ser usada livremente;

Segundo Ato – O carro é um foguete, tem amplo domínio sobre os rivais e, combinado com a pilotagem de um jovem e também genial piloto, rende ao time pole positons e vitórias com extrema facilidade. O campeonato já parece decidido antes mesmo de chegar à metade;

Terceiro Ato – Equipe tradicional tem dificuldades em alcançar o ritmo do time que vence uma corrida atrás da outra e lidera o mundial. Além dos problemas com o chamado escapamento soprado, esse time também se enrola com o aquecimento dos pneus, sobretudo os mais duros.

Quarto Ato – Depois do amplo domínio da equipe que lidera o campeonato e com a perspectiva de o mundial acabar cedo demais sendo cada vez mais real, a entidade que regula a competição alega que o escapamento soprado, que havia sido aprovado numa primeira inspeção, não está mais de acordo com o regulamento. O uso do dispositivo é limitado na nona etapa do campeonato. Etapa vencida pela equipe tradicional e que apresentava maiores problemas com o uso da novidade aerodinâmica.


[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Dessa vez, mesmo pulando na frente logo na largada e abrindo uma certa vantagem, Vettel foi traído por um erro nos boxes e ficou sem a vitória"][/caption]


Desfecho - ?
Se o campeonato de 2011 fosse de fato uma peça teatral, o desfecho ainda levaria mais algumas corridas para ser conhecido. Mas os atos apresentados até aqui contam a história de uma equipe, a Red Bull, que inovou no aproveitamento lícito de recursos disponíveis no próprio carro, e otimizou isso até chegar ao ponto de humilhar as outras equipes com sua supremacia. Foi contada também a história de um piloto, já apontado como promissor, e o começo de sua metamorfose - de jovem promessa a campeão de respeito. E o que vai ser contado daqui em diante, se o banimento do escapamento soprado realmente vingar?

Histórias sobre o uso de força política são comuns. A própria F-1 já viu algumas dezenas delas, e assiste a mais uma agora. A opinião desse blogueiro, ao analisar o que se viu no conjunto do que foi apresentado desse fim de semana em Silverstone, é que a Red Bull ainda tem o melhor conjunto, mas que perdeu drasticamente a vantagem que tinha até a corrida anterior em Valência. Em nenhuma das oito provas anteriores em 2011 viu-se a F-150 Itália abrir distância do RB7 como nesse domingo em Silverstone. Alonso chegou ao final da prova mais de 15 segundos a frente de Vettel.

Alonso contou com o problema no pit stop de Vettel para vencer. Se o espanhol ultrapassaria ou não o alemão na pista, é impossível dizer. Mas a Ferrari apresentou em Silverstone um ritmo ainda não visto em 2011. Com a vitória dos italianos na Grã-Bretanha, a unanimidade entre as equipes - necessária para a liberação e o retorno ao uso livre dos escapamentos soprados – deve ficar mais distante.

A nova Silverstone dá as caras
Na corrida britânica de 2010, carros e pilotos correram por uma versão intermediária entre o “antigo” e o novo Silverstone. Nesse ano, com a reforma terminada, o ponto de largada mudou e Silverstone, já um dos mais tradicionais e técnicos traçados do mundo, melhorou ainda mais. A parte da arena junto ao novo ponto de largada e as já tradicionais curvas do antigo desenho que foram preservadas proporcionam uma pilotagem interessante para os pilotos e corridas também interessantes para o público. E no novo Silverstone, a F-1 viu um novo vencedor em 2011.

Resultado do GP da Inglaterra:

1º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 52 voltas em 1h28min41s196
2º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 16s5
3º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 16s9
4º. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 28s9
5º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 29s0
6º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1min00s6
7º. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1min05s5
8º. Nick Heidfeld (ALE/Lotus Renault), a 1min15s5
9º. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1min17s9
10º. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1min19s1
11º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1min19s7
12º. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault), a 1min20s6
13º. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1 volta
14º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 1 volta
15º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1 volta
16º. Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth), a 2 voltas
17º. Jérôme D'Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), a 2 voltas
18º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
19º. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth), a 3 voltas


Não terminaram:

Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 39 voltas
Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 25 voltas
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), 23 voltas
Jarno Trulli (ITA/Team Lotus-Renault), 10 voltas
Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus-Renault), 2 voltas

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sábado, 9 de julho de 2011

Deu Red Bull, mas não foi com Vettel

Diferentemente do que vinha acontecendo, dessa vez não foi Sebastian Vettel quem conquistou a pole position neste sábado. O atual campeão do mundo sairá na primeira fila sim, mas da segunda posição dessa vez. Quem abocanhou a posição de honra foi seu companheiro de equipe, o australiano Mark Webber que vinha – e ainda está – sendo muito criticado pela tamanha disparidade entre seu desempenho e o desempenho de Vettel, que virtualmente está com o bicampeonato garantido.

A chuva que era esperada veio, mas não da maneira que deveria, diríamos. Foram mais chuviscos e garoas que não fizeram com que o grid ficasse bagunçado e a corrida de amanhã bem mais interessante do que pintar ser. Nem mesmo o treino de hoje teve emoções por conta do pouco de água que caiu.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Quem larga na frente no GP da Inglaterra é Mark Webber"][/caption]

A estreia de Daniel Ricciardo, diferentemente da chuva, foi o que a maioria apostava. Largará na última colocação e com certeza absoluta deve estar comparando a performance da sua antiga Toro Rosso que ao menos lhe dava o status de piloto jovem e possivelmente genial. Na Hispania, o máximo que ele conseguirá é mostrar que é melhor do que um veterano sem motivação alguma chamado Vitantonio Liuzzi.

Falando em Toro Rosso, nenhum dos dois pilotos, que travam uma briga de vida e morte na equipe para o ano que vem, conseguiram avançar para o Q2. Alguersuari largará na 18ª posição e seu companheiro sairá uma posição atrás.

A Williams foi quem melhor demonstrou uma evolução nas qualificações. Rubens Barrichello e Pastor Maldonado frequentemente ocupavam o top 10, mas o brasileiro, que sempre arruma desculpas para não se colocar em posição inferior a ninguém, menos ainda com relação ao seu companheiro de equipe, não encaixou uma boa volta e largará da 15ª posição. Maldonado avançou para a última parte dos treinamentos e obteve o 7º lugar no grid. Um ótimo trabalho do venezuelano.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Pastor Maldonado fez uma ótima qualificação demonstrando a evolução da Williams"][/caption]

Outros que também fizeram um bom trabalho fora Paul Di Resta e Kamui Kobayashi. O piloto da Force India conquistou o 6º lugar e o japonês sairá em 8º. Se caso a previsão de chuva se confirmar amanhã durante a corrida, poderemos ter uma surpresa ainda maior relacionado a esses pilotos. Quem sabe até um pódio de Kobayashi, que debaixo de chuva no Canadá fez uma corrida muito interessante. Quero ver quem não vai gostar disso...

A Ferrari largará na segunda fila com Alonso em 3º e Massa logo ao seu lado na 4ª colocação. Já a McLaren teve um desempenho decepcionante. Jenson Button não se mostrou nada contente com o seu 5º lugar e Lewis Hamilton deve ter gostado menos ainda de só conseguir o 10º melhor tempo. Estranho, mas pelo que parece não existe problema nenhum nos bólidos.

As modificações introduzidas pela FIA mostraram-se pouco úteis para o objetivo que ela queria: diminuir a diferença de performance entre os carros taurinos da Red Bull e os demais nos treinos classificatórios. Se nos treinos onde a mudança deveria fazer diferença tudo continuou como estava, na corrida as coisas quase que impossivelmente deverão mudar. Se a água não cair, os taurinos tem uma enorme chance de continuar a vencer no campeonato.



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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Treinos que não dizem nada

A chuva que caiu no segundo treino livre que teve Felipe Massa no primeiro lugar com a marca de 1min49s967 serviu mais para atrapalhar as coisas do que para ajudar. Sim, na Fórmula 1 a chuva é quase sempre bem-vinda, mas é melhor que ela apareça no domingo durante a corrida ou pelo menos manhã no treino classificatório.

Quando os carros começaram a ir para a pista, o asfalto estava bem encharcado, mas conforme a trilha mais seca no traçado utilizado pelos carros ia se secando e permitindo uma melhor estabilidade dos bólidos, os tempos começaram a cair. Quem esteve perto de fechar com a melhor marca foi Nico Rosberg. Por ser uma situação atípica, não dá pra dizer se foi realmente um ótimo desempenho do alemão conquistar a segunda melhor marca ou se houve um bocado de sorte. Mas vale ficar atento ao jovem, que parece dia após dia estar mais perto de sua primeira vitória na Fórmula 1.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="A chuva deu mais tempo a incógnita de quem sairá mais prejudicado diante das mudanças de regra"][/caption]

Kamui Kobayashi conseguiu um ótimo terceiro tempo, mas bem longe da marca de Felipe Massa. Como dito, a chuva não ajudou em nada na hora de olhar para a tabela de tempos e ver quem realmente poderá estar forte para a corrida no domingo. Não ajudou nem mesmo a analisar o quão bom ou ruim foram as mudanças no traçado do remodelado circuito inglês.

A Red Bull viu Mark Webber ser o14º e o campeão mundial Sebastian Vettel ficar somente com o 18º tempo. Prova de que o segundo treino foi mais loteria do que qualquer outra coisa. Por isso, não dá para dizer que Massa foi fenomenal, que colocou um “tempaço” em Fernando Alonso, que ficou quase três segundos do tempo do piloto brasileiro.

Corrida em Silverstone debaixo de chuva é sempre uma atração a parte. Seria ainda mais interessante que as previsões se confirmassem e a chuva caísse no domingo durante a corrida para ainda tentar manter as esperanças de uma briga pelo título do campeonato de pilotos.

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Williams-Renault de volta!

Já faz algum tempo que a Williams vem demonstrando um trabalho bem distante daquele que fez da equipe uma das mais poderosas da Fórmula 1. Desde as vitórias de Juan Pablo Montoya, a equipe de Grove nunca mais subiu no lugar mais alto do pódio. Foram anos que se passaram de mãos dadas com a decepção e com o fracasso. Pilotos e novos projetos não foram o suficiente para garantir que a equipe não se definhasse. A estreia desse ano, por sinal, foi a pior da história da equipe na categoria.

Porém, hoje o torcedor da Williams recebeu uma notícia que pode ser bastante comemorada. Pode ser que não signifique muita coisa, mas só pelos motivos nostálgicos já fazem os mais apaixonados sonharem com dias melhores, com dias de vitórias. A Williams anunciou que a partir do ano que vem usará os motores Renault em seus carros ao invés do atual Cosworth. A parceria Williams-Renault rendeu a equipe títulos e uma época de ouro na Fórmula 1. Só para recordar, foram 5 títulos de Construtores e 4 de Pilotos. Uma época que todos, até aqueles que não se simpatizam tanto assim com a escuderia inglesa, tem saudades.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="A parceria Williams-Renault traz doces lembranças de triunfos e conquistas"][/caption]

O interessante é que essa luz no final do túnel é mais nítida não somente pelo fato da troca de motores, mas também pela questão das mudanças do pessoal que gerencia a construção do projeto do carro. Ao que parece, os diretores da Williams querem fazer uma revolução a fim de trazer de volta as mesmas alegrias e triunfos dos tempos de glória. Mas com tudo isso, seria natural que Rubens Barrichello permanecesse ao menos mais uma temporada a frente do time de Grove por sua ampla experiência na categoria.

Claro que ainda todas os palpites sobre a performance da equipe no próximo ano são precoces demais, mas alguma coisa me diz que a Williams está direcionado para o caminho correto. Resta descobrir um método de trilhar o caminho da melhor maneira possível.

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domingo, 3 de julho de 2011

Trocando de mãos

Bom, parece que venderam a geringonça da equipe da Hispania. Um bom valor, diga-se. R$ 54 milhões ( €24 milhões ), nem sei se a equipe vale tudo isso mesmo. Não tenho ideia de quanto ela possa valer, do tamanho de sua estrutura – se é que ela tem – e do valor que foi pedido antes da oferta do grupo que gastou o dinheiro oriundo do Banco Nomura, do Japão. A “hipótese quase certa” saiu do colunista J. G. Matallanas, do espanhol As. Segundo ele, o anúncio deve ocorrer nessa segunda-feira.

Na parte esportiva, é claro que alguma coisa pode mudar. Uma melhor administração, alguém que queira levar a equipe mais a sério e injetar mais dinheiro pode mudar de vez a reputação de uma equipe que até hoje só se viu acostumada a ser motivo de chacota e de desprezo por todas as partes que seguem a Fórmula 1. Talvez os reflexos da negociação sejam vistos mais claramente no ano que vem.

[caption id="" align="aligncenter" width="568" caption="Trocando de mãos será que vai?"][/caption]

Sair das mãos de um sujeito todo abarrotado em dívidas e com mais preocupações do que um dono de equipe deve ter como Jose Ramón Carabante já é um grande passo. A equipe podia até querer ir para frente, mas com Carabante no comando, as coisas só tendiam a naufragar. Resultado: um ano e meio torrando o pouco de dinheiro que existia.

Pode até ser que em 2012 apareçam dois carros com uma disposição de lutar por posições bem melhores do que as que a Hispania disputa hoje. Mas isso soa mais como fantasia do que como realidade.

O que será feita com a escuderia ainda não se sabe, mas se for para continuar na Fórmula 1, que seja para não se arrastar mais.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Memória Blog F-1: GP da Inglaterra 2008

Algumas sextas-feiras passo aqui em frente ao computador procurando por alguma corrida bacana, seja da Fórmula 1 ou de outras categorias como a NASCAR. E como estamos entrando perto da semana que ocorrerá o GP da Inglaterra, no mágico circuito de Silverstone, o melhor, na minha opinião, e o que deve ser um dos mais gostosos de se guiar do calendário da F-1, fui em busca de alguns vídeos que não são nada fáceis de se encontrar no YouTube, porém consegui encontrar alguns com vários lances sobre a etapa inglesa de 2008.

Debaixo de chuva, quase ninguém ou todo mundo errou ao menos uma vez, ou melhor, foi traído pela água que não parava de cair em Silverstone. Lewis Hamilton faturou a prova depois de ter feito uma largada pra lá de ousada e se manter razoavelmente na pista durante toda a corrida. Nick Heidfeld também subiu ao pódio depois de ter guiado uma BMW Sauber sedenta por vitórias. Rubens Barrichello, demonstrando que corre como poucos na chuva, conseguiu chegar ao pódio também, mesmo com uma BAR ruim e que estava a beira de um colapso por resultados horrorosos, diríamos.

Bom, o vídeo é curto, mas dá para ter uma boa noção do que aconteceu no GP da Inglaterra três anos atrás. Uma boa lembrança nessa noite de sexta-feira.




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Rádio OnBoard - Edição de Valência

No ar a edição número 117 da Rádio OnBoard!

Fábio Campos, Ron Groo e eu estivemos juntos para registrar o campeonato de desfecho anunciado, após mais esta vitória soberana de Sebastian Vettel, desdenhando da arbitrariedade da FIA em tentar mudanças técnicas que minimizem o domínio do alemão da Red Bull.


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Voltamos na próxima semana, antes do GP da Inglaterra. Até lá.