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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Rádio OnBoard - Edição de Silverstone

Está no ar a edição número 118 da Rádio OnBoard!

Junto a Ron Groo e Fábio Campos, trouxemos os destaques e as discussões do GP da Inglaterra, comentando a vitória de Alonso, os erros de McLaren e Red Bull, as punições, a regra que acabou não mudando, e muitos outros tópicos neste programa:



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Aguardamos retornar na próxima semana trazendo as notícias do momento que antecedem o GP da Alemanha. Até lá.

domingo, 10 de julho de 2011

O peso político de uma vitória



[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Após um jejum que durava 10 corridas, a Ferrari volta a vencer com Alonso"][/caption]

Primeiro Ato – Projetista genial desenha carro infalível e dá o pulo do gato, descobrindo um modo de otimizar os gases que saem do escapamento de modo a gerar mais downforce nas curvas. A nova invenção é levada à FIA antes do início da temporada e recebe ok para ser usada livremente;

Segundo Ato – O carro é um foguete, tem amplo domínio sobre os rivais e, combinado com a pilotagem de um jovem e também genial piloto, rende ao time pole positons e vitórias com extrema facilidade. O campeonato já parece decidido antes mesmo de chegar à metade;

Terceiro Ato – Equipe tradicional tem dificuldades em alcançar o ritmo do time que vence uma corrida atrás da outra e lidera o mundial. Além dos problemas com o chamado escapamento soprado, esse time também se enrola com o aquecimento dos pneus, sobretudo os mais duros.

Quarto Ato – Depois do amplo domínio da equipe que lidera o campeonato e com a perspectiva de o mundial acabar cedo demais sendo cada vez mais real, a entidade que regula a competição alega que o escapamento soprado, que havia sido aprovado numa primeira inspeção, não está mais de acordo com o regulamento. O uso do dispositivo é limitado na nona etapa do campeonato. Etapa vencida pela equipe tradicional e que apresentava maiores problemas com o uso da novidade aerodinâmica.


[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Dessa vez, mesmo pulando na frente logo na largada e abrindo uma certa vantagem, Vettel foi traído por um erro nos boxes e ficou sem a vitória"][/caption]


Desfecho - ?
Se o campeonato de 2011 fosse de fato uma peça teatral, o desfecho ainda levaria mais algumas corridas para ser conhecido. Mas os atos apresentados até aqui contam a história de uma equipe, a Red Bull, que inovou no aproveitamento lícito de recursos disponíveis no próprio carro, e otimizou isso até chegar ao ponto de humilhar as outras equipes com sua supremacia. Foi contada também a história de um piloto, já apontado como promissor, e o começo de sua metamorfose - de jovem promessa a campeão de respeito. E o que vai ser contado daqui em diante, se o banimento do escapamento soprado realmente vingar?

Histórias sobre o uso de força política são comuns. A própria F-1 já viu algumas dezenas delas, e assiste a mais uma agora. A opinião desse blogueiro, ao analisar o que se viu no conjunto do que foi apresentado desse fim de semana em Silverstone, é que a Red Bull ainda tem o melhor conjunto, mas que perdeu drasticamente a vantagem que tinha até a corrida anterior em Valência. Em nenhuma das oito provas anteriores em 2011 viu-se a F-150 Itália abrir distância do RB7 como nesse domingo em Silverstone. Alonso chegou ao final da prova mais de 15 segundos a frente de Vettel.

Alonso contou com o problema no pit stop de Vettel para vencer. Se o espanhol ultrapassaria ou não o alemão na pista, é impossível dizer. Mas a Ferrari apresentou em Silverstone um ritmo ainda não visto em 2011. Com a vitória dos italianos na Grã-Bretanha, a unanimidade entre as equipes - necessária para a liberação e o retorno ao uso livre dos escapamentos soprados – deve ficar mais distante.

A nova Silverstone dá as caras
Na corrida britânica de 2010, carros e pilotos correram por uma versão intermediária entre o “antigo” e o novo Silverstone. Nesse ano, com a reforma terminada, o ponto de largada mudou e Silverstone, já um dos mais tradicionais e técnicos traçados do mundo, melhorou ainda mais. A parte da arena junto ao novo ponto de largada e as já tradicionais curvas do antigo desenho que foram preservadas proporcionam uma pilotagem interessante para os pilotos e corridas também interessantes para o público. E no novo Silverstone, a F-1 viu um novo vencedor em 2011.

Resultado do GP da Inglaterra:

1º. Fernando Alonso (ESP/Ferrari), 52 voltas em 1h28min41s196
2º. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault), a 16s5
3º. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault), a 16s9
4º. Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes), a 28s9
5º. Felipe Massa (BRA/Ferrari), a 29s0
6º. Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 1min00s6
7º. Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari), a 1min05s5
8º. Nick Heidfeld (ALE/Lotus Renault), a 1min15s5
9º. Michael Schumacher (ALE/Mercedes), a 1min17s9
10º. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari), a 1min19s1
11º. Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes), a 1min19s7
12º. Vitaly Petrov (RUS/Lotus Renault), a 1min20s6
13º. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth), a 1 volta
14º. Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth), a 1 volta
15º. Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes), a 1 volta
16º. Timo Glock (ALE/Marussia Virgin-Cosworth), a 2 voltas
17º. Jérôme D'Ambrosio (BEL/Marussia Virgin-Cosworth), a 2 voltas
18º. Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth), a 2 voltas
19º. Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth), a 3 voltas


Não terminaram:

Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes), 39 voltas
Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari), 25 voltas
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari), 23 voltas
Jarno Trulli (ITA/Team Lotus-Renault), 10 voltas
Heikki Kovalainen (FIN/Team Lotus-Renault), 2 voltas

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sábado, 9 de julho de 2011

Deu Red Bull, mas não foi com Vettel

Diferentemente do que vinha acontecendo, dessa vez não foi Sebastian Vettel quem conquistou a pole position neste sábado. O atual campeão do mundo sairá na primeira fila sim, mas da segunda posição dessa vez. Quem abocanhou a posição de honra foi seu companheiro de equipe, o australiano Mark Webber que vinha – e ainda está – sendo muito criticado pela tamanha disparidade entre seu desempenho e o desempenho de Vettel, que virtualmente está com o bicampeonato garantido.

A chuva que era esperada veio, mas não da maneira que deveria, diríamos. Foram mais chuviscos e garoas que não fizeram com que o grid ficasse bagunçado e a corrida de amanhã bem mais interessante do que pintar ser. Nem mesmo o treino de hoje teve emoções por conta do pouco de água que caiu.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Quem larga na frente no GP da Inglaterra é Mark Webber"][/caption]

A estreia de Daniel Ricciardo, diferentemente da chuva, foi o que a maioria apostava. Largará na última colocação e com certeza absoluta deve estar comparando a performance da sua antiga Toro Rosso que ao menos lhe dava o status de piloto jovem e possivelmente genial. Na Hispania, o máximo que ele conseguirá é mostrar que é melhor do que um veterano sem motivação alguma chamado Vitantonio Liuzzi.

Falando em Toro Rosso, nenhum dos dois pilotos, que travam uma briga de vida e morte na equipe para o ano que vem, conseguiram avançar para o Q2. Alguersuari largará na 18ª posição e seu companheiro sairá uma posição atrás.

A Williams foi quem melhor demonstrou uma evolução nas qualificações. Rubens Barrichello e Pastor Maldonado frequentemente ocupavam o top 10, mas o brasileiro, que sempre arruma desculpas para não se colocar em posição inferior a ninguém, menos ainda com relação ao seu companheiro de equipe, não encaixou uma boa volta e largará da 15ª posição. Maldonado avançou para a última parte dos treinamentos e obteve o 7º lugar no grid. Um ótimo trabalho do venezuelano.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="Pastor Maldonado fez uma ótima qualificação demonstrando a evolução da Williams"][/caption]

Outros que também fizeram um bom trabalho fora Paul Di Resta e Kamui Kobayashi. O piloto da Force India conquistou o 6º lugar e o japonês sairá em 8º. Se caso a previsão de chuva se confirmar amanhã durante a corrida, poderemos ter uma surpresa ainda maior relacionado a esses pilotos. Quem sabe até um pódio de Kobayashi, que debaixo de chuva no Canadá fez uma corrida muito interessante. Quero ver quem não vai gostar disso...

A Ferrari largará na segunda fila com Alonso em 3º e Massa logo ao seu lado na 4ª colocação. Já a McLaren teve um desempenho decepcionante. Jenson Button não se mostrou nada contente com o seu 5º lugar e Lewis Hamilton deve ter gostado menos ainda de só conseguir o 10º melhor tempo. Estranho, mas pelo que parece não existe problema nenhum nos bólidos.

As modificações introduzidas pela FIA mostraram-se pouco úteis para o objetivo que ela queria: diminuir a diferença de performance entre os carros taurinos da Red Bull e os demais nos treinos classificatórios. Se nos treinos onde a mudança deveria fazer diferença tudo continuou como estava, na corrida as coisas quase que impossivelmente deverão mudar. Se a água não cair, os taurinos tem uma enorme chance de continuar a vencer no campeonato.



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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Treinos que não dizem nada

A chuva que caiu no segundo treino livre que teve Felipe Massa no primeiro lugar com a marca de 1min49s967 serviu mais para atrapalhar as coisas do que para ajudar. Sim, na Fórmula 1 a chuva é quase sempre bem-vinda, mas é melhor que ela apareça no domingo durante a corrida ou pelo menos manhã no treino classificatório.

Quando os carros começaram a ir para a pista, o asfalto estava bem encharcado, mas conforme a trilha mais seca no traçado utilizado pelos carros ia se secando e permitindo uma melhor estabilidade dos bólidos, os tempos começaram a cair. Quem esteve perto de fechar com a melhor marca foi Nico Rosberg. Por ser uma situação atípica, não dá pra dizer se foi realmente um ótimo desempenho do alemão conquistar a segunda melhor marca ou se houve um bocado de sorte. Mas vale ficar atento ao jovem, que parece dia após dia estar mais perto de sua primeira vitória na Fórmula 1.

[caption id="" align="aligncenter" width="600" caption="A chuva deu mais tempo a incógnita de quem sairá mais prejudicado diante das mudanças de regra"][/caption]

Kamui Kobayashi conseguiu um ótimo terceiro tempo, mas bem longe da marca de Felipe Massa. Como dito, a chuva não ajudou em nada na hora de olhar para a tabela de tempos e ver quem realmente poderá estar forte para a corrida no domingo. Não ajudou nem mesmo a analisar o quão bom ou ruim foram as mudanças no traçado do remodelado circuito inglês.

A Red Bull viu Mark Webber ser o14º e o campeão mundial Sebastian Vettel ficar somente com o 18º tempo. Prova de que o segundo treino foi mais loteria do que qualquer outra coisa. Por isso, não dá para dizer que Massa foi fenomenal, que colocou um “tempaço” em Fernando Alonso, que ficou quase três segundos do tempo do piloto brasileiro.

Corrida em Silverstone debaixo de chuva é sempre uma atração a parte. Seria ainda mais interessante que as previsões se confirmassem e a chuva caísse no domingo durante a corrida para ainda tentar manter as esperanças de uma briga pelo título do campeonato de pilotos.

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Memória Blog F-1: GP da Inglaterra 2008

Algumas sextas-feiras passo aqui em frente ao computador procurando por alguma corrida bacana, seja da Fórmula 1 ou de outras categorias como a NASCAR. E como estamos entrando perto da semana que ocorrerá o GP da Inglaterra, no mágico circuito de Silverstone, o melhor, na minha opinião, e o que deve ser um dos mais gostosos de se guiar do calendário da F-1, fui em busca de alguns vídeos que não são nada fáceis de se encontrar no YouTube, porém consegui encontrar alguns com vários lances sobre a etapa inglesa de 2008.

Debaixo de chuva, quase ninguém ou todo mundo errou ao menos uma vez, ou melhor, foi traído pela água que não parava de cair em Silverstone. Lewis Hamilton faturou a prova depois de ter feito uma largada pra lá de ousada e se manter razoavelmente na pista durante toda a corrida. Nick Heidfeld também subiu ao pódio depois de ter guiado uma BMW Sauber sedenta por vitórias. Rubens Barrichello, demonstrando que corre como poucos na chuva, conseguiu chegar ao pódio também, mesmo com uma BAR ruim e que estava a beira de um colapso por resultados horrorosos, diríamos.

Bom, o vídeo é curto, mas dá para ter uma boa noção do que aconteceu no GP da Inglaterra três anos atrás. Uma boa lembrança nessa noite de sexta-feira.




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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Rádio OnBoard - Edição de Silverstone



FELIPE MACIEL


No ar a edição número 87 da Rádio OnBoard!

Ron Groo e eu recebemos aquele blogueiro famoso, o Fábio Andrade, em nossa edição. Falamos dos acontecimentos de corrida, da polêmica da Red Bull, levamos ao ar o quadro de Temas Polêmicos com direito até a tema extra-F1.


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Na próxima semana, voltamos com o programa Pré-Alemanha e as notícias relevantes de momento. Até lá.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ferrari foi avisada sobre devolução de posição



FÁBIO ANDRADE



Repercutiu nessa terça a revelação do diretor de prova Charlie Whiting de que a Ferrari foi alertada sobre irregularidades na manobra de Fernando Alonso sobre Robert Kubica por três vezes durante o GP da Grã-Bretanha. Segundo Whiting, a direção de prova comunicou aos boxes italianos que Alonso deveria devolver a posição que, aos olhos dos comissários, foi conquistada de maneira irregular.



Whiting tentou isentar-se de culpa no fracasso da corrida do espanhol, que terminou a prova em 14º. Segundo ele a reclamação de que a punição demorou muito a ser expedida não procede: "avisamos sobre a necessidade de devolução de posição imediatamente após a ultrapassagem".

O problema veio a seguir. A Ferrari não acatou a sugestão dos comissários e Alonso não devolveu a posição ao polonês. Na altura do terceiro aviso feito pela direção de prova o time italiano alegou que o bicampeão já estava muito a frente de Kubica, o que tornaria inviável a devolução da posição. Pouco depois o polaco abandou a corrida por problemas em seu Renault.

A despeito de tudo isso há uma incômoda situação ocorrendo na Fórmula-1. Há pelo menos duas corridas não são os pilotos que decidem em que posição irão terminar a prova, e sim agente externos que apenas deveriam aparecer em casos excepecionais. O posicionamento dos carros anda sendo acaloradamente discutido via diálogos extensos entre equipes e comissários. Esse tipo de interferência não é recente, se intensificou há alguns anos, mas no início da atual temporada dava sinais de ter sido abrandado. Os recentes acontecimentos de Valência e Silverstone mostram que ainda cabem argumentos na discussão sobre como a FIA se enxerga enquanto entidade reguladora da Fórmula-1 e sobre como ela de fato atua por meio de seu braço mais ativo, a direção de prova.

domingo, 11 de julho de 2010

Dupla de Equipe: GP da Inglaterra

Sebastian Vettel


Deu um certo mole na largada, mas é coisa que acontece. Até agora não consegui definir exatamente em que ponto da largada seu pneu furou ou foi furado, mas isso também acontece. E de último para sétimo o aprendiz de Schumacher nem pode dizer que terminou no prejuízo.

O SC ajudou, mas Vettel não fugiu de disputas duras na pista. Minha única ressalva é em relação ao modo como conquistou o sétimo lugar. A meu ver o alemãozinho exagerou pra cima do Sutil, mas conseguiu dois pontos a mais e no fim das contas é isso que interessa.

Fábio Andrade



Estranhamente, o Vettel é o favorito que não está dando certo. Quando não é quebra, é batida. Quando não é batida, é furo de pneu. As coisas parecem não querer funcionar a seu favor, nem com a equipe dona do melhor carro do grid fazendo muita força só para ele. Se for analisar quantos pontos escaparam do Sebastian até aqui, fica impossível esconder o quanto este quarto lugar no campeonato é decepcionante após meia temporada corrida.

Mas hoje valeu sua corrida de recuperação. Muito brigada, agressiva, com direito a totozinho na penúltima volta para subir uma posição mais. Protagonizou os melhores momentos do GP.

Felipe Maciel



Ferrari


Algo me diz que essa dupla latina em Maranello quebrou alguns paradigmas, mesmo que de forma silenciosa. Já é, na menos pretensa das hipóteses, a segunda vez (a primeira teria sido na entrada dos boxes em Xangai) que os dois disputam uma posição como se não houvesse amanhã. Pior para o Felipe nas duas ocasiões. Hoje teve o pneu furado na primeira volta.

No mais, o cavalinho só andou de marcha ré hoje. Para quem estava tão segura de si no início do ano, alardeando um favoritismo gigante, é interessante ver como o tom de euforia foi trocado pelas reclamações. Ainda que eu não concorde com a sanção aplicada a Alonso, o choro é livre.

E atenção, Domenicali. Reza a lenda que banho de sal grosso opera verdadeiros milagres.

Fábio Andrade



Curiosa foi a frase repetida pela Mariana Becker no ar. Algum membro da equipe do Massa teria dito: "Não consigo acreditar no que está acontecendo conosco nesta temporada". Além das dificuldades técnicas, o Felipe ultimamente mal consegue iniciar uma corrida. Que zica braba...

O Alonso também não vive demonstrando toda aquela sorte de seus bons tempos de Renault. O desenrolar do GP da Inglaterra foi extremamente infeliz para a Ferrari. O lance mais interessante da equipe foi justamente o choque entre seus pilotos. Ao menos serviu para mostrar que a situação interna segue aberta - mas se deixar de ser, será perfeitamente compreensível, apesar de que a situação do Alonso lhe exige um otimismo surreal para sonhar com título neste ano.

Felipe Maciel



Penalty de Alonso


Acho que é uma daquelas situações criadas pela contradição presente na própria FIA. Os circuitos precisam ser seguros, logo, precisam de áreas de escape asfaltadas. Mas se um piloto faz uso de todo esse aparato de segurança, é punido.

É chato. Em todo Dupla de Equipe aparece um assunto desses pra comentar. Chatinho.

Fábio Andrade



Por que será que Alonso não reclamou? Tudo bem que ele sabia do risco que correu quando não devolveu a ultrapassagem, mas baixar a cabeça para a FIA dessa vez é muito estranho, visto que a razão para reivindicar era a mesma de duas semanas atrás. Desconfio que a federação entrou em acordo para não puni-lo depois das duras críticas em Valência. E o preço a ser pago deve ter sido justamente não repetir o chilique pelo restante do ano.

Mas o fato é que a FIA deveria agir de imediato e ordenar que a posição fosse devolvida ao Kubica. Há poucos anos ela fazia isso, difícil é entender como ela contraiu essa incompetência por demorar a decidir o que deve ser feito. Ora, se não pode ultrapassar pelo lado de fora da pista, basta contatar o chefe da Ferrari e informar que se as posições não forem invertidas, pintará punição. Diante da lerdeza da FIA, porém, deu tempo até do polonês abandonar a prova até que Fernando fosse penalizado. E olha que o espanhol pediu ao time, logo de imediato, que checasse com a FIA se a ultrapassagem havia sido reconhecida. Adiantou alguma coisa?...

Felipe Maciel



Nova Arena


Vá, não fedeu, mas também não cheirou. Se me forçarem a dar uma opinião eu vou dizer que gostei porque eliminou uma curva lenta do antigo traçado e adicionou uma de média velocidade, mas o ganho para o espetáculo me pareceu muito próximo de zero. Mas eu também tô pouco ligando para esse "espetáculo". Trocaria essa pretensa obsessão da FIA pela não obrigatoriedade de parar nos boxes, por exemplo.

Fábio Andrade



As curvas que antecedem a entrada da nova reta são copiadas descaradamente do circuito de Xangai. A nova Arena ficou com cara de tilkódromo, mas nesse sentido eles poderiam ter feito um trabalho bem pior, enchendo de cotovelos e coisas do tipo.

Tenho pra mim que o que é bom não deve ser mexido. Preferia que Silverstone continuasse como era antes. Mas até que essas novidades estão num nível aceitável, proporcionando os necessários duelos de pista. Nem muito bom, nem muito ruim, portanto. Apenas ok.

Felipe Maciel



Webber X Red Bull


Faz muito tempo que não vejo um piloto usar palavras tão duras em entrevistas, muito menos ao comemorar uma vitória. A não ser que o canguru se garanta muito daqui em diante e fique o tempo todo a frente de Vettel, sua situação vai ficar feia. Uma corrida em que o alemão o ultrapasse na classificação, e Webber vai ficar pra segundão.

Talvez estejamos pra ver um piloto correr contra sua própria equipe, como aconteceu com Alonso na McLaren. Todo mundo quer ver o circo pegar fogo dentro dos times, mas uma situação como essa seria um desagradável extremo.

Fábio Andrade



Interessante tentar entender como a parceria Webber-RBR está resistindo bem com o passar do tempo. A equipe não o quer para brigar pelo título mas o mantém mesmo sabendo que oferece bastante resistência a Vettel. Já Webber sempre soube da preferência do time pelo Vettel mas renovou porque gosta da ideia de pilotar o melhor carro da F-1 atual e acha que o risco vale a pena. Vamos ver até onde os dois lados se suportam. GP a GP, o clima vai só esquentando...

Felipe Maciel

Vettel falha na largada e Webber vence em Silverstone



FÁBIO ANDRADE



Sebastian Vettel e Mark Webber são companheiros de equipe típicos. Nunca sem amaram, nunca tentaram forjar uma amizade ou uma fraternidade cenográfica, e sempre deixaram claro que estão no jogo para competir. Em que pese o livre-arbítrio concedido pela equipe pela qual correm na Fórmula-1, ambos até demoraram para cometer uma grande trapalhada doméstica, o que só aconteceu no GP da Turquia. Mas nesse fim de semana em Silverstone a Red Bull pode ter dado o combustível que faltava para um rompimento definitivo nos boxes do touro vermelho.

Webber venceu o GP da Grã-Bretanha, mas fez questão de revelar sua insatisfação ao jogar para fora o que estava entalado na garganta na comunicação para a equipe. E a "F-1 Big Brother" finalmente serviu para alguma coisa além de revelar o péssimo inglês falado por italianos e espanhóis no circo da Fórmula-1.


“Nada mal para o segundo piloto”

Sebastian Vettel sempre foi o queridinho, não só da equipe, como também de boa parte da imprensa e de apreciadores da F-1, esse escriba incluso. O alemãozinho apareceu como aposta natural para a Red Bull depois de apresentar desempenhos excelentes pela Toro Rosso em 2008. Webber sempre foi “o outro”. Nenhum jornalista, nenhum torcedor, nenhum apostador poderia imaginar ambos disputando um título de igual para igual. Webber sempre foi o leão de treino sob o qual recaiam algumas brincadeiras jocosas, e nada mais.

Pois eis que em 2010 o australiano desperta. E faz poles, e ganha corridas de ponta a ponta, e lidera o campeonato, e escreve seu nome na lista de vencedores de Mônaco, com autoridade. Quem diria? Quem apostaria?

Nem você, nem eu. E Vettel, a grande aposta, ficou à sombra, eclipsado pelo velho canguru. Acredito que uma metáfora a respeito da juventude do alemãozinho me seja permitida: como toda criança acostumada a ser o centro das atenções, Vettel se ressentiu dos holofotes conquistados pelo companheiro. E pareceu sentir a pressão, fez algumas bobagens, mas ainda assim continua sendo o filho preferido de Christian Horner.



Numa equipe que prega a livre disputa entre seus entes, a decisão de conceder uma evolução apenas a um piloto pega mal. Fica parecendo aquele exemplo de praxe numa ocasião dessas, a Ferrari da Era Schumacher. E, usando uma justificativa conhecida por Rubens Barrichello, se há uma evolução e ela não pode ser aplicada aos dois bólidos, que se privilegie o piloto mais bem colocado. Foi o que a Red Bull fez. O difícil é convencer o outro piloto, o que ficou sem a atualização, de que isso é justo. Daí as palavras nada amistosas de Webber.

Mas Vettel não é Schumacher, Webber não é Barrichello, a Red Bull não é a Ferrari. E o pega-rabo nos boxes taurinos era a melhor notícia que podia chegar aos ouvidos de Martin Whitmarsh.
Os que descem e os que sobem

Ainda ontem Silverstone parecia um problema insolúvel para Jenson Button. Apenas parecia, o campeão recuperou-se bem do 14º lugar de ontem na classificação. Hamilton ganhou as posições de Alonso e Vettel na largada, pulou para segundo e nada mais pôde fazer frente o desempenho inalcançável da Red Bull de Webber. Segundo e quarto lugares para quem pareceu fracassado ontem na classificação reiteram a constatação de que a McLaren apresenta um poder de reação invejável mesmo entre as grandes equipes da F-1.



A recuperação de Vettel também merece menção. Depois de cair para último, vítima de um furo de pneu, o sétimo lugar minimiza os prejuízos. Vettel foi sim muito ajudado pelo Safety Car, mas não fugiu de brigas renhidas na pista. E enquanto a transmissão falava do legado deixado por Michael Schumacher para a atual geração alemã, o alemãozinho jogou o carro pra cima de Sutil tentando uma ultrapassagem na marra. Sim, Schumi, os pupilos aprenderam a lição.
Os que apenas descem

“Não acredito no ano que nós estamos tendo”. Foram palavras de um dos mecânicos da Ferrari depois do furo do pneu traseiro direito de Felipe Massa ainda na primeira volta, revelou a repórter Mariana Becker. O que o mecânico não podia imaginar, na verdade, era que os infortúnios de Maranello na terra da rainha apenas estavam começando.

Massa caiu para último. Nada vem dando certo para o brasileiro em 2010. O vice de 2008 continua se queixando de problemas com os pneus e é incrível como em quase toda corrida algo acontece e empurra Felipe para o fundo do pelotão. Brigará pelo título apenas se um muitíssimo improvável cataclismo acontecer com os pilotos da ponta.



Fernando Alonso chegou a dizer ontem, entusiasmado, que a Ferrari voltara a brigar entre as grandes. Não foi o que demonstrou sua largada vacilante. Em quarto durante o primeiro terço da corrida, suou para conseguir ultrapassar Robert Kubica. Quando finalmente conseguiu preocupou-se com uma possível punição, que veio, voltas depois.

A punição aplicada ao bicampeão reabre a discussão: se os circuitos são projetados com áreas de escape que permitem uma saída de pista sem prejuízo ao piloto e ao carro e se construções desse tipo são incentivadas pela FIA, por que puni-los quando acontece um incidente como o de hoje? As imagens deixaram claro que Alonso espalhou para não bater. O espanhol levou, sim, vantagem ao voltar ao traçado a frente de Kubica, mas o precedente foi aberto justamente por quem devia deixar mais claras as regras desse jogo chamado Fórmula-1.

Mas justiça não tem muito a ver com esporte, na maioria da vezes. E como desgraça pouca é bobagem em Maranello, ao mesmo tempo em que a punição de Alonso era anunciada, o Safety Car entrava na pista. O espanhol foi pro fim do grid e ainda teve que fazer uma parada não programada no fim da prova, a exemplo de Massa.



Da próxima vez, recomenda-se que os integrantes da Ferrari só se manifestem depois do final da corrida.
Grande Prêmio da Grã-Bretanha, resultado após 52 voltas:

sábado, 10 de julho de 2010

Red Bull massacra concorrência em Silverstone



FÁBIO ANDRADE



Em final de semana de decisão na Copa do Mundo de Futebol, a Fórmula-1 desembarca em seu palco mais tradicional. No circuito que é considerado a casa da categoria, onde foi disputada a primeira corrida de F-1 da história em 1950, pilotos e equipes disputaram uma classificação com poucas surpresas no qualifying para o GP da Grã-Bretanha.

A Red Bull mais uma vez massacrou a concorrência. Sebastian Vettel cravou a pole position e obteve vantagem na guerra psicológica interna contra Mark Webber. Mas o australiano larga junto com o alemão na primeira fila, demonstrando, mais uma vez, a força do RB6 de Adrian Newey em classificações.


Silverstone, problema de Button

Foi em Silverstone que o conto de fadas de Jenson Button “terminou” em 2009. “Terminou” entre aspas porque Button foi campeão ao fim das contas, mas do GP da Grã-Bretanha em diante, o britânico não conseguiu mais nadar de braçada e não venceu mais uma corrida sequer no ano passado. Silverstone foi o divisor de águas que apontou a Red Bull como força desafiante em 2009. Em 2010, ao contrário, o velho aeroporto só confirma a superioridade da equipe austríaca, mas mantém Button na mesma situação de um ano atrás: à distância.



O atual campeão do mundo sofreu na classificação britânica e foi a grande decepção do treino. Sem conseguir o acerto ideal para a pista, Button ficou apenas com o 14º tempo e largará do meio do pelotão na corrida de amanhã.
Sim, te dá asas

Quem não tem problemas em classificações, como sempre, são os dois pilotos de Red Bull. A cada sessão ambos transformam suas performances em provas incontestáveis do slogan da famosa marca de energéticos proprietária da equipe. Red Bull, é verdade, dá asas para que Vettel e Webber voem sem concorrências sábado após sábado.

Entre o pior RBR e o melhor carro do “resto” do grid, a Ferrari de Fernando Alonso, há uma lacuna de oito décimos. Ou seja, os pilotos da equipe austríaca disputaram uma classificação em particular.

A Red Bull foi a única equipe a quebrar a barreira psicológica de 1min30s. Foi mais banho na concorrência, e o importante é manter o domínio amanhã. A expectativa é de que a corrida seja disputada sem chuva e com vento (que é constante em Silverstone) de intensidade leve a moderada, na casa dos 21km/h.
Grid de largada para o Grande Prêmio da Grã-Bretanha:

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Webber domina sexta-feira em Silverstone



FÁBIO ANDRADE



Desembarcando pela primeira vez na "nova" Silverstone, a Fórmula-1 encontrou em sua casa um circuito mais longo para um dos gp's mais tradicionais do ano. A prova britânica, a ser realizada no mesmo dia da final da Copa do Mundo de Futebol, teve sua prévia hoje, com os treinos livres realizados no velho aeroporto.

Na pista, que teve seu trecho final remodelado, pilotos e equipes passaram o dia se adaptando às novas curvas introduzidas no autódromo de Silverstone. A volta completa pelo traçado, que durava cerca de 1min20s no antigo layout de 5,141 metros subiu para cerca de 1min30 num giro com comprimento de 5,901 metros.



Os dois treinos dessa sexta não foram necessariamente tranquilos para os pilotos. O asfalto pouco aderente desse início de atividades do GP da Grã-Bretanha pregou peças e fez com que vários pilotos escapassem. A lista do que saíram das pista foi democrática: de Sebastian Vettel a Adrian Sutil, de Lewis Hamilton a Vitantônio Liuzzi, passando por Felipe Massa, todos passearam pelas áreas de escape. Pilotos também reclamaram da junção entre a o traçado antigo e o novo, alegando que a emenda entre o novo e o velho asfalto possui um salto que prejudica o equilíbrio dos bólidos.

Acima de tudo isso pairou, mais uma vez, a Red Bull. Mark Webber marcou o tempo mais rápido do dia na segunda sessão de treinos com 1min31s234. Em segundo ficou o espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, quatro longos décimos acima do tempo do australiano. Sebastian Vettel ficou com terceiro tempo e Felipe Massa com o quarto.

Na dia que não contou com a presença de Bruno Senna, afastado da Hispania num episódio ainda mal contado, o japonês Sakon Yamamoto terminou os dois treinos atrás de Karun Chadhok. Apesar de um comunicado emitido pela equipe garantindo a presença do piloto pelo restante de temporada, há algo de estranho no afastamento do sobrinho de Ayrton Senna no fim de semana britânico.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Rádio OnBoard - Edição Pré-Inglaterra



FELIPE MACIEL



Está no ar a 86ª edição da Rádio OnBoard!

Fábio Campos, Ron Groo e eu falamos da Arena de Silverstone que receberá a F-1 a partir desta temporada, além de notícias referentes às regras propostas para 2011 e mais à frente.



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No sábado, a partir das 20h, entra no ar mais um Pre Race ao vivo, no link de sempre. Depois, a Rádio OnBoard volta em edição gravada, contando tudo sobre o GP da Inglaterra.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Está chegando a hora de conhecer o novo Silverstone



FELIPE MACIEL


Véspera do fortalecido GP da Inglaterra, que restabeleceu a garantia de permanência no longo prazo, é hora de relembrar o primeiro vídeo on board sobre a nova Arena, que foi exibido há 2 meses.

Martin Brundle ao volante cruza o circuito de Silverstone registrando as primeiras impressões graças à câmera atrelada ao cockpit. A olho nu, o trecho anexado tem toda a cara de traçado moderno, dessas que cansamos de ver nascer nos últimos anos: terreno estupidamente plano, largura acima da média, curvas espaçosas de média e baixa velocidade, áreas de escape com dimensões apropriadas para estacionamento de empresa de viação.

A parte que foi removida, embora fosse muito mais curta, oferecia desafio ao piloto, havia sediado belas ultrapassagens, apresentava S de alta...

Resumindo o lenga-lenga, trocaram o certo pelo duvidoso. Esse tipo de aposta não faria mais sentido em circuitos mais desanimadores, como o quase intocável Hungaroring, por exemplo?



São acontecimentos que confundem nossa cabeça. Ora, será que esses velhinhos não estão engajados em deteriorar o espetáculo? Vejamos...

Ano sim, ano não, eles se metiam a alterar a Bus Stop de Spa. Encurta, espicha, vira para a esquerda, vira para a direita... Até que cansaram. Por mais que mexessem, a desgraçada continuava proporcionando ultrapassagens. Que coisa!

Em Monza, se meteram a elevar partes internas das zebras nas variantes para ver se os pilotos ultrapassam menos. Essa pelo visto acabou dando certo.

Agora é a vez de bagunçarem com a pobre Silverstone. Na expectativa do GP da Grã-Bretanha, ficamos nos perguntando se as mudanças trarão mais ultrapassagens. Bem, se serão mais, eu não sei. Mas sei que se mantiver a mesma média, já será lucro. Pelo simples risco assumido de piorar o que era bom.

Vamos logo fincar o pé na realidade: a renovação de Silverstone não foi pensada essencialmente para gerar ultrapassagens; foi pensada para gerar dinheiro. Por isso, enquanto os fãs encafifados se perguntam se a corrida vai melhorar; Sir Bernie Ecclestone, seguro de suas exigências, esbanja confiança na nova estrutura, no espaço excedente para patrocinadores, numa arena para realização de shows...

Quanto ao que é do interesse dos espectadores da F-1... Bem, se o novo trecho não ajudar na emoção, existe ainda todo o restante do circuito de Silverstone para fazer sua parte.

sábado, 1 de maio de 2010

Silverstone de cara nova



FELIPE MACIEL


Depois de ouvir tanta birra de Bernie Ecclestone e correr o risco de ficar fora do calendário, o berço da Fórmula 1 está totalmente modernizado e parcialmente remodelado, adotando o traçado chamado de Arena.

O desenho antigo é quebrado antes da Abbey, numa tomada para a direita, que após algumas curvas interessantes chegará à reta Nacional, que dará uma disparada na velocidade média da pista. Em contrapartida, perderemos dois ótimos pontos de ultrapassagem, que Barrichello e Raikkonen nos apontam aqui e aqui.



O ex-piloto Martin Brundle e o locutor James Allen deram uma voltinha complicada para nos mostrar as primeiras impressões.

A Red Bull foi fazer seu merchan durante a inauguração, contando com David Coulthard ao volante, muito embora Mark Webber estivesse presente no local. O evento foi tão seletivo que teve até padre benzendo o asfalto! Tomara que a concorrência não invada mais...



O ex-piloto britânico Ron Haslam esteve ao lado de seu filho e também piloto, Leon, estreando o contorno da pista sobre duas rodas. Sir Jackie Stewart deu o ar de sua graça, Christian Horner apareceu para fazer uma social, o presidente do BRDC, Damon Hill, pintou por lá, mais uma penca de gente boa que veio prestigiar a manutenção do circuito sem o qual a Fórmula 1 não pode ficar.

As fotos foram devidamente registradas no Flickr correspondente. Algumas delas a seguir.