Martin Whitmarsh explicou a graça de pit stop que sua escuderia realizou nas voltas decisivas do GP da Europa.
Hamilton pararia na volta 37, mas Rubens Barrichello se encontrava apenas 3,6s atrás do inglês. O brasileiro tinha 4 ou 5 voltas a mais de combustível e, em linhas gerais, o time de Woking deveria considerar uma perda de 1s por volta após o retorno de Lewis à pista. A corrida já estava matematicamente perdida para a flecha de prata.
Surgiu o plano de emergência. A equipe estava engajada na possibilidade de adiar a parada de Lewis em uma volta. No entanto tratava-se de uma manobra arriscada, que poderia deixar a gasolina de Hamilton no talo quando chegasse aos pits.
Levou um tempo até concluírem que a carga de combustível era suficiente para definir a troca de Lewis com Heikki, antecipando o reabastecimento do finlandês. Mas era demasiadamente tarde, Hamilton já vinha apontando no pit lane.
Os mecânicos esperavam uma parada de box mas não sabiam qual piloto viria naquele momento. Deu-se a lambança.
E o Rubinho não tinha nada com isso.
3 comentários:
Deram muito mole, mas são coisas de corrida. Dificilmente isso acontece na McLaren, estão com crédito. Viveram um dia de Ferrari...rsrsrs
Abraço!
Leandro Montianele
A estratégia eu até entendi, não consegui entender foi o fato dos caras não chegarem a tempo com os pneus para a troca.
Nem eu nem o pai do Hamilton.
O Rubinho também não deve ter entendido, mas até ai...
Esse parece um erro da Ferrari.
Grande Abraço!
Kimi_Cris
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